Você acha que a maconha deve ser legalizada?

sexta-feira, 14 de outubro de 2011


Anos e anos, aproximadamente 40 para ser prático, é o tempo perdido pelo mundo no combate as drogas. Considerando o fator de que se há ciência de mais de 3000 anos do uso da maconha, que se há ciência de mais do que isso do uso de drogas com o objetivo de ludibriar a mente, ou alcançar um estado exaltado do corpo. São milhares de anos de convívio, que o seu uso já faz parte da sociedade.  Algumas são licitas, outras ilícitas, outras são recomendadas, outras recomendações consideradas apologéticas, umas crescem sozinhas outras são feitas do pior modo possível. Independente disso, o uso sempre existiu, o consumo a venda e a existência da mesma. Isso não vai mudar, como podemos verificar pelos últimos relatórios exibidos pela ONU.



A questão a ser defendida é: até quando vamos investir o nosso dinheiro suado em um combate ineficaz, seria como proibir todo ser humano vivo e que esteja para nascer de atuar da maneira que bem entender, de ter o seu livre arbítrio. E este é um dos principais motivos que nos leva a pensar se tal combate é realmente o melhor meio de se resolver isso. Se este é realmente um problema da segurança publica e não da saúde pública. Se estes profissionais, mal pagos e mal preparados, da saúde pública tem ou não condições e preparo para agir da maneira correta com os usuários, independente de qual tipo de droga, ou classe social, ou condição psicológica.


A questão é que muitas pessoas são completamente contra a isso, e em busca de uma melhoria estas pessoas, como ativistas da marcha, do coletivo DAR, ou até mesmo do Hempadão, buscam gerar novos materiais de análise a fim de tirar uma conclusão se a melhor maneira, para a sociedade, de combater este uso exacerbado das drogas é através do embate físico e da exclusão social, ou a melhor maneira seria gerar programas de controle e redução de danos ?

drogas4coletivo Dar já vem exercendo este trabalho a muitos meses, recentemente no festival de música eletrônica Respect eles administraram um stand que citava as melhores maneiras de exercer esta redução, compartilhavam kits e davam instruções aos usuários, e o que é mais importante, colocavam pessoas ao dispor para ajudar aqueles que poderiam vir a passar mal durante o evento. Com um trabalho sério e com muita dedicação, projetos como esse podem ir a frente.

Vale de dica para o Ministério da Saúde, que elaborou uma cartilha do usuário de drogas injetáveis para ser distribuída. O que infelizmente aconteceu: a distribuição ocorreu mas de forma equivocada. Eles simplesmente disponibilizaram para qualquer um no Espaço território Jovem, dando acesso a todos os jovens e crianças que frequentam o lugar a ter acesso. Estas cartilhas devem ser classificatoriamente distribuídas para evitar este tipo de problema. Noticias como esta somente deixam claro o despreparo destas instituições governamentais de tratarem com o caso. Enquanto isto for discutido em ambiente e tom de conservadorismo, permaneceremos estagnados.

By:
http://hempadao.com/

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