A questão a ser defendida é: até quando vamos investir o nosso dinheiro suado em um combate ineficaz, seria como proibir todo ser humano vivo e que esteja para nascer de atuar da maneira que bem entender, de ter o seu livre arbítrio. E este é um dos principais motivos que nos leva a pensar se tal combate é realmente o melhor meio de se resolver isso. Se este é realmente um problema da segurança publica e não da saúde pública. Se estes profissionais, mal pagos e mal preparados, da saúde pública tem ou não condições e preparo para agir da maneira correta com os usuários, independente de qual tipo de droga, ou classe social, ou condição psicológica.
A questão é que muitas pessoas são completamente contra a isso, e em busca de uma melhoria estas pessoas, como ativistas da marcha, do coletivo DAR, ou até mesmo do Hempadão, buscam gerar novos materiais de análise a fim de tirar uma conclusão se a melhor maneira, para a sociedade, de combater este uso exacerbado das drogas é através do embate físico e da exclusão social, ou a melhor maneira seria gerar programas de controle e redução de danos ?
Vale de dica para o Ministério da Saúde, que elaborou uma cartilha do usuário de drogas injetáveis para ser distribuída. O que infelizmente aconteceu: a distribuição ocorreu mas de forma equivocada. Eles simplesmente disponibilizaram para qualquer um no Espaço território Jovem, dando acesso a todos os jovens e crianças que frequentam o lugar a ter acesso. Estas cartilhas devem ser classificatoriamente distribuídas para evitar este tipo de problema. Noticias como esta somente deixam claro o despreparo destas instituições governamentais de tratarem com o caso. Enquanto isto for discutido em ambiente e tom de conservadorismo, permaneceremos estagnados.
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