Você acha que a maconha deve ser legalizada?

domingo, 16 de outubro de 2011

Um pé de que? Cannabis Sativa

Programa do canal cultura, apresentado pela Regina Casé, o programa  "Um pé de que?" aborda o tema Cannabis Sativa, assisti ae!















Valeu galera, positive vibrations XD

Dread'n Look #2

"Eu acho que o pessoal gostou da seção Dread'n Look, então edição especial, para alegrar o 3º dia de chuva consecutivo!"









sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Um bom filme para nós!






Título original: (Limitless)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: Neil Burger
Atores: Bradley CooperRobert De Niro, Abbie Cornish, Johnny Whitworth.
Duração: 105 min
Gênero: Suspense
Status: Arquivado





Carl Van Loon (Bradley Cooper) é um jovem escritor em início de carreira que entra em contato com nova droga que aumenta sua capacidade cerebral de forma exponencial. Conhecida como NZT, as pílulas tecnológicas são controladas por computador para liberar substâncias no corpo na hora marcada. Com o cérebro turbinado, ele toma Wall Street de assalto e obtém rápido sucesso financeiro e social. O revés acontece quando percebe os perigosos efeitos colaterais que surgem.


Acredite, esse filme é nostálgico!!
Estou totalmente de acordo com ele, a parte de questionar sobre leis que são ridículas.
Mas continuo defendendo a maconha sempre, e como um senador já falou, os maconheiros precisam sair do armário, enquanto as pessoas estiverem com medo de se mostrar, esta merda não vai mudar!


Evento é uma manifestação de uso público de maconha, aham, então um protesto contra os políticos, são um bando de invejosos que gostariam de estar no lugar deles?
Vai te fuder Kassab!
Para de pensar no teu partido, e resolve alguma coisa de verdade!

Anos e anos, aproximadamente 40 para ser prático, é o tempo perdido pelo mundo no combate as drogas. Considerando o fator de que se há ciência de mais de 3000 anos do uso da maconha, que se há ciência de mais do que isso do uso de drogas com o objetivo de ludibriar a mente, ou alcançar um estado exaltado do corpo. São milhares de anos de convívio, que o seu uso já faz parte da sociedade.  Algumas são licitas, outras ilícitas, outras são recomendadas, outras recomendações consideradas apologéticas, umas crescem sozinhas outras são feitas do pior modo possível. Independente disso, o uso sempre existiu, o consumo a venda e a existência da mesma. Isso não vai mudar, como podemos verificar pelos últimos relatórios exibidos pela ONU.



A questão a ser defendida é: até quando vamos investir o nosso dinheiro suado em um combate ineficaz, seria como proibir todo ser humano vivo e que esteja para nascer de atuar da maneira que bem entender, de ter o seu livre arbítrio. E este é um dos principais motivos que nos leva a pensar se tal combate é realmente o melhor meio de se resolver isso. Se este é realmente um problema da segurança publica e não da saúde pública. Se estes profissionais, mal pagos e mal preparados, da saúde pública tem ou não condições e preparo para agir da maneira correta com os usuários, independente de qual tipo de droga, ou classe social, ou condição psicológica.


A questão é que muitas pessoas são completamente contra a isso, e em busca de uma melhoria estas pessoas, como ativistas da marcha, do coletivo DAR, ou até mesmo do Hempadão, buscam gerar novos materiais de análise a fim de tirar uma conclusão se a melhor maneira, para a sociedade, de combater este uso exacerbado das drogas é através do embate físico e da exclusão social, ou a melhor maneira seria gerar programas de controle e redução de danos ?

drogas4coletivo Dar já vem exercendo este trabalho a muitos meses, recentemente no festival de música eletrônica Respect eles administraram um stand que citava as melhores maneiras de exercer esta redução, compartilhavam kits e davam instruções aos usuários, e o que é mais importante, colocavam pessoas ao dispor para ajudar aqueles que poderiam vir a passar mal durante o evento. Com um trabalho sério e com muita dedicação, projetos como esse podem ir a frente.

Vale de dica para o Ministério da Saúde, que elaborou uma cartilha do usuário de drogas injetáveis para ser distribuída. O que infelizmente aconteceu: a distribuição ocorreu mas de forma equivocada. Eles simplesmente disponibilizaram para qualquer um no Espaço território Jovem, dando acesso a todos os jovens e crianças que frequentam o lugar a ter acesso. Estas cartilhas devem ser classificatoriamente distribuídas para evitar este tipo de problema. Noticias como esta somente deixam claro o despreparo destas instituições governamentais de tratarem com o caso. Enquanto isto for discutido em ambiente e tom de conservadorismo, permaneceremos estagnados.

By:
http://hempadao.com/

Bom dia!



Boa sexta-feira a todos =)'

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Dread'n Look

Nova seção do fumopaia, Dread'n Look, resumindo foto de varias garotas, algumas rastas, outras não.
Mas espero que agrade ae a todos
.















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Descriminação ao usuário.

Sou o novo redator do Fumopaia, prazer =)’ 
Hoje vou falar um pouco sobre a descriminação contra os usuários.
Todos temos direito de discutir sobre leis nacionais SIM!
Pois somos nós que colocamos estes lixos de políticos corruptos ai no senado.
Tipo assim, o vídeo abaixo, é só o maior exemplo de descriminação que eu já vi contra o maconheiro.
Da um ligue, que porra foi aquela cara?
Acordo da polícia: vocês vão ficar todos na calçada, pacificamente, e não vão poder usar nenhum tipo de palavra que influencie o uso de cannabis sativa.
Vai tomar no cu!
Maconha faz a mente, e faz você acordar pra perceber que aonde você pode estar vivendo, pode estar uma merda.



segunda-feira, 14 de março de 2011

FumoPaia_Toca um Som ae - Bob Marley - Positive Vibrations



Ta aqui um som do Imortal Bob Marley.

Muita paz e positividade a todos

Fumopaia_Download - Teenacious D in the Pick of Destiny





Título Original: Teenacious D in the Pick of Destiny
Título no Brasil: Uma Dupla Infernal
Gênero: Comédia
Ano de Lançamento: 2006
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 500 mb
Download: Megaupload
Sinopse: O filme conta a história de um jovem rapaz (Jack Black) oprimido pelos pais, que foge da sua cidade em busca do sucesso como roqueiro. Na sua jornada, se encontra com Kyle Gass, um músico fracassado que lhe promete ensinar como ser um rockstar. Os dois formam a banda, e descobrem um segredo que acompanha os maiores mitos do rock: a Palheta do Destino, uma palheta com poderes musicais satânicos, feita do dente do proprio satanas. A dupla então parte em busca da palheta para se tornar a maior banda de rock que já existiu.

FumoPaia_Humor - Efeito de 10 Tipos de Drogas ao Volante


IASUHIASHASIHUAISHUIASHIAHS

LSD foi a melhor iasuhasiuhas

sexta-feira, 11 de março de 2011

FumoPaia_Papo Sério - Maconha: a ciência da legalização

  Victor Affaro


PEDRO CAETANO > Saiu de casa numa quinta-feira de manhã e passou 14 dias na cadeia. Foi o estopim para o novo debate sobre a legalização da maconha. Dessa vez, entre cientistas
Crédito: Victor Affaro
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Na véspera do jogo Brasil x Holanda na Copa do Mundo deste ano, o neurocientista carioca Stevens Rehen, um dos mais respeitados pesquisadores brasileiros de células-tronco, recebeu um telefonema do irmão. Do outro lado da linha estava o músico e antropólogo Lucas Kastrup Rehen, baterista da banda de reggae carioca Ponto de Equilíbrio. Contava que o guitarrista do grupo, Pedro Caetano, 29 anos, havia sido preso por cultivar dez pés de maconha em casa. Adepto da religião rastafári, seita de origem jamaicana que faz uso da droga em seus rituais, Pedro fora enquadrado como traficante por causa da ambiguidade da lei 11.343, de 2006, que não determina a quantidade exata de droga que separa usuários e fornecedores. E por isso ficou 14 dias na cadeia. A história teria sido mais uma nas páginas de jornal se não tivesse esquentado uma discussão que começava no meio científico, sobre a legalização da maconha no Brasil. O tema veio à baila diversas vezes desde que a Organização das Nações Unidas (ONU), em 1961, aconselhou todos os países signatários a proibi-la. A diferença é que, desta vez, os debatedores foram inéditos. Em vez de políticos ou artistas com ideais liberais, quem levantou a bandeira da legalização foram quatro dos cientistas mais respeitados do Brasil: Stevens Rehen é diretor adjunto de pesquisa do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); João Menezes, neurocientista com Ph.D. no Massachusetts General Hospital e na Harvard Medical School, nos Estados Unidos, além de professor da UFRJ; Cecília Hedin, neurocientista e doutora em biofísica, divide com Menezes a direção do Laboratório de Neuroanatomia Celular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ; e Sidarta Ribeiro, Ph.D. em neurociências pela Universidade Duke, nos Estados Unidos, é chefe do laboratório do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A questão levantada pelos cientistas se resume em três pontos. No primeiro, argumentam que o que é proibido não pode ser regulamentado. A maconha vendida no mercado ilegal é mais nociva para a saúde de quem consome, uma vez que a erva pode ser misturada com outras substâncias mais pesadas, como o crack. O segundo ponto é o de que a Cannabis sativa (nome científico da maconha) pode ser usada como remédio no tratamento de diversas doenças. O terceiro, e principal ponto da argumentação, diz que a droga faz mal ao corpo — mas não tanto quanto já se pensou — e que esse problema é bem menor quando comparado aos males que seu comércio ilegal causa à sociedade. “Precisamos discutir o que é ‘menos prejudicial’: os efeitos da maconha no indivíduo ou a violência associada ao tráfico”, diz Rehen. Com esses argumentos na cabeça, os quatro neurocientistas publicaram no jornal Folha de S. Paulo, em julho, uma carta que criticava a prisão de Pedro Caetano. Diziam que a política de proibição da maconha é mais danosa do que seu consumo. Causaram polêmica. E inauguraram um debate incitado pela troca de artigos (ao todo quatro, dois a favor e dois contra, até o fechamento desta edição) a respeito da legalização da maconha, publicados no mesmo jornal. A discussão foi adiante e chegou-se ao ponto de questionar se esses profissionais deveriam marcar posição em questões sociais. “É comum o cientista achar que não é seu papel participar desses debates, sem perceber que sua disciplina é, muitas vezes, utilizada para justificar políticas públicas”, afirma Menezes. “Muitos se julgam neutros, mas raramente um de nós de fato é.” Do lado de quem é contra a legalização, as principais preocupações passam pelo aumento do consumo da droga, pela descrença de que a legalização diminuiria o tráfico e pela falta de preparo do sistema de saúde pública para atender os usuários. “Sou contra qualquer mudança de política que tenha a chance de aumentar o consumo da maconha”, diz o psiquiatra e pesquisador Ronaldo Laranjeira, que assinou as cartas-réplicas publicadas na Folha com sua colega no Instituto Nacional de Políticas do Álcool e Drogas, a psiquiatra Ana Cecília Roselli Marques, doutora em ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Laranjeira, que tem no currículo um Ph.D. em psiquiatria pela Universidade de Londres, na Inglaterra, é professor da Unifesp. 


Matérial retirado da revista Galileu.

FumoPaia_Humor - Cidade coberta de maconha!


Seu Matias tomava chá: - Ja tomei 2 e vou tomar mais 3  ashiasuiah

FumoPaia_Humor - Alcool x Maconha



Pra quem nunca viu, ta ai maconheiros de plantão!

Se segura dilma, pra fazer a cabeça tem hora! aushasuh